Mostrar mensagens com a etiqueta doces conventuais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta doces conventuais. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

A Origem e Duas Receitas de Cavacas de Resende!


Ò freguesinho, não vai meio arrátele? Olhe que são de Resende!”, era desta forma que as doceiras do concelho apregoavam, no século XIX, um dos doces regionais mais deliciosos e apreciados nesta região duriense: as Cavacas de Resende
Este relato é referido num Jornal da época, que ainda salienta o seguinte: “Logo de manhã as doceiras estendiam sobre a toalha, toda franjada de rendas, vários doces muito cobertos de açúcar que despertavam a gulodice dos romeiros”.

Cavaca é um doce de origem portuguesa. Este doce nasceu nos velhos conventos de Portugal. A sua receita contém ovos, açúcar, farinha, óleo de girassol e baunilha.

Um dos exemplares mais conhecidos são então as Cavacas de Resende, oriundas do concelho de Resende, tendo encontrado algumas variações, a partir das quais selecionei duas, para mais tarde ainda ser selecionada só uma, de forma a voltar inscrever-me na 7.ª Edição do Concurso de "A Mesa dos Portugueses", ou seja, deste ano, na categoria da «doçaria» a ver com a zona da «Beira Interior»!


segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Bolinhos de Abóbora do Convento de Odivelas!



O Mosteiro de São Dinis de Odivelas, ou Mosteiro de Odivelasclassificado, desde 1910, como Monumento Nacional, localiza-se no largo de D. Dinis, freguesia de Odivelas, Portugal. Acrescente- se ainda que este mosteiro, da Ordem de Cister, foi fundado, em 1295, por D. Dinis, o Lavrador, ou Poeta, ou seja, pelo Rei de Portugal e do Algarve de 1279 até a sua morte. 





Reza a lenda que D. Dinis tomou esta iniciativa como forma de pagamento de uma promessa feita a São Luís, quando, numa caçada no Alentejo, foi surpreendido por um urso. Perante a aparição do santo, o rei recobrou forças e conseguiu neutralizar o enorme animal.

A escolha do local para D. Dinis cumprir a sua promessa incidiu numa propriedade do Rei no termo de Lisboa, Odivelas, onde se situava a “Quinta das Flores”. Esta zona gozava de ótimos recursos naturais, nomeadamente: solos férteis, um curso de água, e ainda uma morfologia que formava um abrigo natural para as culturas. O mosteiro destinava-se a receber uma comunidade feminina cisterciense, e a escolha do local pretendia assegurar a subsistência das monjas e garantir o recato das mesmas, sendo criados campos de cultivo junto ao mosteiro. 

Em 1325 morre D. Dinis e, conforme sua vontade, é sepultado no mosteiro que representa talvez a obra arquitetónica mais emblemática do seu reinado; entre 1900 e 2015 funcionou no mosteiro o Instituto de Odivelas; em 2017 o Exército cedeu o mosteiro à Câmara de Odivelas.


segunda-feira, 22 de outubro de 2018

As Cavacas de Caldas da Rainha!


A cidade das Caldas da Rainha e a Rainha D. Leonor


Caldas da Rainha, sendo sede de um município com 255,69 km² de área, ao qual pertencem 12 freguesias, é uma cidade portuguesa, com certeza, somando 30 343 habitantes no seu perímetro urbano (2012), a segunda maior do Distrito de Leiria, pertencente à sub-região do Oeste, região Centro, e por sua vez integrada na Região de Turismo do Oeste.

Na Praça da República, conhecida popularmente como "Praça da Fruta", realiza-se todos os dias, durante a parte da manhã, ao ar livre, o único mercado diário hortofrutícola do país, praticamente inalterável desde o final do século XIX.


sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

XIX Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais: PARTE 3


Em continuação dos textos publicados com os títulos XIX Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais: PARTE 1 e XIX Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais: PARTE 2, logo de seguida aproximei-me da mesa respeitante ao Licor de Ginja M.S.R., que é produzido em Alcobaça, de forma artesanal, exclusivamente a partir de ginjas frescas da variedade Folha-no-pé, colhidas manualmente na Região Oeste de Portugal, nomeadamente na área geográfica correspondente às antigas terras Cistercienses, onde se encontram as condições ideais, caracterizadas por um clima temperado e húmido devido à influência próxima do mar.


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

XIX Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais: PARTE 2


A Doçaria Conventual em Alcobaça é riquíssima e herdeira no que diz respeito a tradições gastronómicas dos Monges de Cister, senhores dos antigos Coutos de Alcobaça que, em mais de sete séculos de permanência na região, deixaram como marca de excelência a sua dedicação à terra, à arte, à agricultura, ao empreendedorismo e também à doçaria conventual. São famosas as cornucópias, o Pão-de-Ló de Alfeizerão, as trouxas de ovos, o licor de ginja de Alcobaça, entre muitas outras iguarias.
Para poder apreciar e deliciar-se com estas e outras maravilhas, Alcobaça recebeu a XIX Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais entre os dia 23 e 26 de novembro.


segunda-feira, 27 de novembro de 2017

XIX Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais: PARTE 1


No passado sábado, dia 24 de novembro, eram cerca das 9h30 em Lisboa, quando peguei no carro rumo a Alcobaça, que é uma cidade portuguesa do distrito de Leiria, situada na província da Estremadura, região do Centro (Região das Beiras) e sub-região do Oeste, com cerca de 7000 habitantes no seu núcleo central.