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sábado, 7 de janeiro de 2017

AFINAL, COMO TUDO COMEÇOU...

Tudo começou no dia 12 de março de 2014, altura em que eu decidira alterar alguns padrões na minha vida e ao mesmo tempo na minha cozinha e na minha relação com os alimentos.

E se por um lado estamos a cada dia que passa mais informados sobre os principais benefícios no que toca ao tipo de dieta que seguimos, por outro lado há que fazer um esforço maior por interpretar os verdadeiros sinais do nosso corpo, resumindo-se tudo, no fundo, a uma questão de consciência e boas práticas.

Quanto às gerações mais novas, eu creio que as mesmas herdaram todo um conjunto de ideais demasiadamente alusivas a um tipo de informação pouco criteriosa. Desde logo foram fustigados pelo tempo extremamente curto que têm para almoçar, por exemplo, tornando-se nas vítimas perfeitas num mundo em que o marketing se tornará cada vez mais agressivo!


A publicidade alusiva a determinados produtos possuidores de um elevado número de calorias, bem como de um sem número de ingredientes jamais devidamente assimiláveis pelo nosso organismo, não incomodará os mais novos, já que consumir esses mesmos produtos espelhará sempre nos outros um certo estatuto social. Por isso, não será para admirar o número crescente de problemas de saúde que no passado se caracterizavam simplesmente por serem raros e difíceis de serem encontrados na força da juventude!


Por outras palavras, se a esperança média de vida humana aumentou bruscamente nos últimos anos, também em consequência do desenvolvimento da medicina, se calhar, daqui a alguns anos estaremos a assistir a um nefasto retrocesso, não? E como atuar perante o progressivo envelhecimento da população?

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

ERA UMA VEZ...

Era uma vez uma menina chamada Mónica, que nascera na cidade de Leiria!



Em criança gostava muito de ler os “livros da Anita” e de brincar às “donas de casa” com as suas melhores amigas da escola. Mas, num belo dia de férias, às escondidas da sua mãe, experimentara a abrir uma das gavetas do seu quarto e a folhear um dos seus livros prediletos de cozinha sobre receitas de bolos, muito embora fosse ainda tão pouco crescida para ousar segurar uma taça pesada com uma mão e, com a outra, uma batedeira grande elétrica para a sua pouca altura, exatamente com a mesma mestria que a sua mãe.

Enfim, era uma vez uma menina que nascera na década de 70, logo, sem quaisquer telemóveis ou afins, algo com que atualmente não nos conseguimos quase imaginar sem eles!