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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

ACPP - Tertúlia Gastronómica "O Tomate"


No tempo do tomate não há más cozinheiras” foi o mote que serviu de base a mais uma Tertúlia Gastronómica na Associação de Cozinheiros Profissionais de Portugal, no passado dia 27 de setembro, em que eu tive a oportunidade de assistir, para a qual foram designados os seguintes oradores: Maria de Lourdes ModestoGastrónoma Portuguesa – e Edgardo PachecoJornalista e Escritor –, para além de Vírgílio Nogueiro GomesGastrónomo e Investigador em História da Alimentação.

Afinal de contas, o tomate deverá ser classificado como uma fruta ou como um legume? Para responder a esta questão, vamos analisar primeiro qual é que é a verdadeira parte da planta que costumamos ingerir.

Normalmente, as plantas crescem a partir de sementes produzidas no seu próprio interior, através do seu órgão, o ovário, que mais tarde dará origem ao fruto, servindo até para proteger as sementes, em que, por exemplo, no caso da maçã, a parte comestível é exatamente a parte envolvente ao do ovário que contém as sementes.


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

O dia Internacional do Vinho do Porto, a sua história e duas receitas!

DIA INTERNACIONAL DO VINHO DO PORTO

Transporte das pipas de vinho do Porto sobre carros de bois, em V. N. de Gaia (c.1905).

Será durante o dia de amanhã, 27 de janeiro, que se assinalará o intitulado Dia Internacional do Vinho do Porto!

Mas esta data já fora criada em 2012 pelo Center for Wine Origins, uma instituição dos Estados Unidos da América, da qual o IVDP (Instituto dos Vinhos do Douro e Porto) faz parte.

Já agora, a chamada "Região demarcada do Douro" engloba cerca de 250 mil hectares, onde 44 mil são compostos por vinhas e 32 mil estão autorizados a produzir vinho do Porto; em terra de socalcos existem mais de 100 castas aptas à produção.

E se a região é demarcada há mais de 260 anos, a produção na região é já milenar, antecedendo a ocupação romana, somando já cerca de 65 mil pessoas envolvidas na produção deste tipo de vinho.

Por outro lado, o Douro é considerado Património da Humanidade pela UNESCO como “paisagem cultural evolutiva e viva”, estando dividido em três sub-regiões (Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior).